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| Responsabilidade Social |
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Confira algumas atitudes diárias que podem ajudar a salvar o futuro de nosso planeta.
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Responsabilidade Social
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De acordo com o Instituto Ethos, Responsabilidade Social é a forma ética e responsável que a empresa desenvolve todas as suas ações, suas políticas, suas práticas, suas atitudes, tanto com a comunidade quanto com o seu corpo funcional. Enfim, com o ambiente interno e externo à organização, e com todos os agentes interessados no processo. O Supermercado Superbom se preocupa com a comunidade e a sociedade, desta forma, realiza e participa de diversos programas e projetos, com o intuito de agregar valores e ajuda a quem necessita.
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Sacolas Biodegradáveis representam futuro limpo
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Com quase 70 anos de uso, os plásticos representam uma das maiores ameaças para o futuro “sombrio” do nosso planeta. As sacolas plásticas de supermercado, padaria, vídeo-locadora, farmácia e outros tantos estabelecimentos comerciais têm como matéria-prima o plástico filme, feito de uma resina sintética originária do petróleo.
Aqui, no Brasil, são produzidas 210 mil toneladas anuais deste plástico, o que já representa quase 10% de todo o lixo do país. Nada biodegradáveis, levam séculos para se decompor na natureza. E, ainda assim, não há nenhuma legislação ou regulamentação no setor.
Somente no Brasil, um bilhão de sacos plásticos são distribuídos por mês nos supermercados. Isso significa 33 milhões por dia ou 12 bilhões por ano, o que equivale a um consumo familiar médio de 40 quilos de plásticos por ano ou 66 sacos plásticos para cada brasileiro por mês.
Em todo o mundo, cerca de um milhão de sacos plásticos são produzidos, por minuto; quase 1,5 bilhão por dia e mais de 500 bilhões por ano.
Solução são sacolas biodegradáveis ou de algodão
Mas o problema da poluição feita pelo plástico já possui solução. Aliás, duas soluções! A reposição de sacolas plásticas por biodegradáveis e/ou sacos de pano.
As biodegradáveis (ou Oxi-Biodegradáveis) consistem em modificações químicas na composição do plástico, transformando-as em materiais mais fracos e menos consistente do que o produto normal.
Explicando de forma simplificada, a adição de um aditivo biodegradável fragiliza as ligações entre as moléculas de carbono que formam o plástico, fazendo com que o material comece a se degradar sob condições comuns ao meio ambiente ao ser descartado no lixo.
Enquanto uma sacola plástica tradicional leva centenas de anos para se decompor, as oxi-biodegradáveis desaparecem em, no máximo, 18 meses; são mais sensíveis à ação da luz solar, da umidade, à temperatura, estresse do filme, além de poderem ser digeridas por microorganismos presentes na natureza.
Apesar de ter um pequeno aumento no custo, em relação às sacolas tradicionais, a versão aditivada ainda tem o preço menor que as feitas de papel, opção mais utilizadas pelas empresas que adotam o sistema “ecologicamente correto”. Mas acredita-se que o novo material será muito bem aceito no mercado, o que influenciará a baixar o custo do preço das novas sacolas, chegando apenas 15% acima do gasto utilizado para fabricação das tradicionais.
A outra solução, talvez a mais ecológica, influencia os consumidores a voltar com o velho hábito de carregar sacolas de pano às compras. A idéia pode ser aplicada pelo próprio consumidor, com custo baixíssimo, sendo fabricada manualmente e utilizando materiais 100% renováveis.
Porém, é preciso levar em conta a infra-estrutura, os hábitos comportamentais brasileiros e as conseqüências do uso das alternativas disponíveis. Por isso, esse assunto ainda deverá repercutir muito na sociedade. O fato é que precisamos mudar nossos hábitos, não aos poucos, mas sim drasticamente. O futuro do planeta e o dos nossos filhos está em jogo e precisamos nos conscientizar para isso.
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